31.1.13

Jogando (Vivendo)



No jogo da vida,
No campo das adversidades,
Já fui capaz de driblar a morte,
Adiantar a ida, adiar a partida;
Senti a tristeza, gozei a felicidade,
Alternei momentos de azar e de sorte.
Se entrei, ainda não achei a saída.

Continuo jogando.

Continuo vivendo...



Renato Curse                31 de janeiro de 2013


29.1.13

A tragédia em Santa Maria (RS)


No dia 17 de fevereiro de 1.986, ainda com 8 anos de idade (faria 9 em maio), pela televisão, como tantas pessoas na época, fui testemunha de uma tragédia que marcou pra sempre minha vida: o incêndio no Edifício Andorinhas, no Rio de Janeiro. 
Nunca me esquecerei da imagem das duas pessoas se atirando do 12.o andar; o grito da repórter: "Meu Deus do céu, uma pessoa se jogou!" É uma imagem realmente chocante, triste, infelizmente inesquecível. 


Antes daquela tragédia, várias outras já tinham ocorrido e, de lá pra cá, muitas outras voltaram a acontecer. Água, fogo, deslizamento de terra... 
O mais lamentável de tudo isso sem dúvida é saber que a maioria desses tristes episódios poderiam ter sido evitados. 
Sabe-se lá se por imprudência, negligência, descaso ou qualquer outro motivo, muitas tragédias envolvendo dezenas e até centenas de pessoas, de SERES HUMANOS, vem acontecendo nos últimos anos. 
A mais recente, o incêndio na Boate Kiss, em Santa Maria, Rio Grande do Sul, nas primeiras horas do dia 27 de janeiro de 2.013, matou mais de 230 pessoas! 
Agora fala-se em adotar medidas mais rígidas de segurança em estabelecimentos e casas noturnas que comportem grande número de pessoas. Claro que isso é bom, mas por que só agora hein? 
Certamente, outras medidas de segurança estão à espera da próxima tragédia.

Triste...


Renato Curse                             29 de janeiro de 2.013      





26.1.13

O mundo sem você




Ontem você quase anulou sua existência, 
por muito pouco, não acabou com a própria vida;

Mesclando gozo, estupidez e imprudência,

quase adiantou a derradeira despedida.


Será que havia algum motivo pra extravasar?
E se havia, seria ele tão relevante?
Ou foi apenas uma forma de escapar
da dura e triste realidade estressante.


Hoje,no fundo, tais perguntas seriam vagas,
se ontem você tivesse deixado de existir.
Porém, agora, elas se mostram adequadas,
para que juntos, nós possamos discutir.


Será que um dia, alguma vez você pensou
em como seria este mundo sem você?
Família, amigos e tudo o que conquistou,
hoje estariam arrasados sem você.


Foi só aventura, fato circunstancial,
que em uma vida quase coloca um fim.
Mas quem sabe agora você caia na real
e entenda o quão és importante, enfim.


Sabemos, tudo nessa vida é passageiro:
nossa existência, as coisas más e as coisas boas.
Então, evite olhar as crises com exagero,
Seja feliz e faça feliz outras pessoas!




Renato Curse               24 de outubro de 2.004

24.1.13

Eternamente Barão Vermelho


Barão Vermelho é uma banda de rock brasileiro fundada em 1981, na cidade do Rio de Janeiro, Brasil. Juntamente com Legião Urbana, Paralamas do Sucesso e os Titãs é considerada uma das quatro bandas brasileiras mais influentes fundadas na década de 80.


História
O Começo
Após assistirem um show da banda Queen no Morumbi, em São Paulo, surgiu o desejo em Guto Goffi (Flávio Augusto Goffi Marquesini), bateria, e Maurício Barros (Maurício Carvalho de Barros), teclado, de 19 e 17 anos de idade, em formar uma banda de rock. Em outubro de 1981, os dois estudantes do Colégio da Imaculada Conceição, no Rio de Janeiro, chegaram a um nome para o sonho: Guto sugeriu e Maurício concordou que o aviador alemão Manfred von Richthofen, principal inimigo dos Aliados na Primeira Guerra, batizasse o grupo com seu codinome: Barão Vermelho. Dias depois, a dupla se uniu a Dé (André Palmeira Cunha), baixo, e Frejat (Roberto Frejat), guitarra. Os ensaios ocorriam sempre na casa dos pais de Maurício e, como a banda ainda não tinha vocalista, através de uma amiga de escola, Guto conseguiu contato com um vocalista chamado Léo Guanabara (que veio a ser conhecido como Léo Jaime), mas uma incompatibilidade devido ao timbre da voz de Léo Jaime ser suave demais para o rock do Barão, fez com que ele não fosse aprovado pela banda. Léo não se aborreceu com isso, pois já integrava três bandas (entre elas João Penca e Seus Miquinhos Amestrados), indicando Cazuza (Agenor de Miranda Araújo Neto). O Barão Vermelho então estava completo.



Barão Vermelho e Barão Vermelho 2
Em 1982, o som do Barão Vermelho, lançado nas lojas dia 27 de setembro, se espalhou um pouco e agradou muito o produtor Ezequiel Neves (José Ezequiel Moreira Neves, jornalista) e o diretor da Som Livre, Guto Graça Mello. Juntos, eles lançaram a banda e, com uma produção baratíssima,em quatro dias, foi gravado o primeiro álbum do Barão, que recebeu o nome da banda. Das músicas mais importantes, destacam-se "Bilhetinho Azul", "Ponto Fraco" e "Down Em Mim". Depois de alguns shows no Rio de Janeiro e em São Paulo, a banda voltou ao estúdio, agora por um mês inteiro, e gravou o LP "Barão Vermelho 2", lançado em 1983.


Maior Abandonado e Rock In Rio
Embora o quinteto pudesse ser promissor, as rádios não pensavam assim, e se negavam a tocar suas músicas. Só depois que Ney Matogrosso gravou "Pro Dia Nascer Feliz", é que as rádios passam a tocar a versão original do Barão Vermelho. Nessa mesma época, Caetano Veloso reconheceu Cazuza como um grande poeta e incluiu a música "Todo amor que houver nessa vida" no repertório do seu show. O Barão Vermelho começou a ter o destaque que merecia, a repercussão foi tanta, que eles foram convidados para compor a trilha sonora do filme Bete Balanço, de Lael Rodrigues, em 1984, e o seu som se espalhou pelo Brasil. Aproveitando o embalo, o Barão Vermelho lançou o terceiro disco, Maior Abandonado, em 1984, conseguindo vender mais de 100 mil cópias em apenas seis meses.
Em 1984, o Barão Vermelho tocou com a Orquestra Sinfônica Brasileira, e em 1985, foi convidado para abrir os shows internacionais do Rock in Rio. Depois de tanto sucesso, estava claro para todos que a carreira da banda estava consolidada.


Sem Cazuza e Volta ao Sucesso
Cazuza já havia expressado o seu desejo de fazer trabalhos solo, e era apoiado por Frejat, contanto que, para isso, ele não abandonasse a banda. A saída, no entanto, anunciada primeiramente ao público no final de um show, foi conturbada, causando uma ruptura na forte amizade que unia Cazuza e Frejat e que só veio a ser reconciliada anos depois. Com a saída, Cazuza ainda levou consigo algumas músicas para o seu primeiro disco solo. A banda superou, lançando a música "Torre de Babel", agora com Frejat no vocal.
Em 1986, lançaram o quarto disco —Declare Guerra— e, embora as composições contassem com a ajuda de grandes nomes, como Renato Russo e Arnaldo Antunes, o álbum não foi muito promovido. A banda então, sentindo-se abandonada, assinou um contrato com a Warner e, em 1987, lançou o álbum Rock'n Geral, que contava com a participação mais ativa dos outros membros nas composições. Embora o disco tenha recebido boas críticas, ele não vendeu mais que 15 mil cópias. No mesmo ano, Maurício deixou a banda, e entraram o guitarrista Fernando Magalhães e o percussionista Peninha.
Somente com três dos integrantes originais, a banda lançou, em 1988, o disco Carnaval, misturando rock pesado e letras românticas. O álbum estourou nas rádios por conta da música "Pense e Dance", da novela "Vale Tudo", de Gilberto Braga, e foi um sucesso absoluto, garantindo ao Barão Vermelho a oportunidade de abrir a turnê de Rod Stewart no Brasil. No ano seguinte, 1989, ainda com a popularidade em alta, o Barão lançou o sétimo disco Barão ao Vivo, gravado em São Paulo, e, nesse mesmo ano, a gravadora Som Livre lançou a coletânea "Os melhores momentos de Cazuza e o Barão Vermelho", incluindo vários sucessos como "Pro dia nascer feliz", "Bete Balanço" e muitas outras. Esse álbum tem ainda várias raridades como a música "Eclipse Oculto" (inédita) e "Eu queria ter uma bomba", música que só era encontrada na trilha nacional da novela "A gata comeu", exibida em 1985.
Em 1990, depois de constantes desentendimentos, o baixista Dé abandonou a banda, dando lugar a Dadi, ex integrante dos "Novos Baianos" e do "A Cor do Som". Ao mesmo tempo, Maurício Barros regressa aos teclados da banda, participando como músico convidado dos álbuns e das turnês. Também nesse ano, o Barão grava o disco Na Calada da Noite, mostrando o lado mais acústico do grupo. É nesse álbum que está a música "O Poeta está Vivo"; uma alusão a Cazuza, que morreria alguns meses depois de complicações causada pelo vírus da AIDS.
Ainda em 1990, todos os integrantes da banda são apontados como os melhores de suas categorias, e em 1991, a banda é escolhida, por unanimidade de público e crítica da revista Bizz, como a melhor banda do ano. Em 91 e 92, o Barão Vermelho recebe o Prêmio Sharp de melhor conjunto de rock, e, ainda em 92, são eleitos como a melhor banda do Hollywood Rock daquele ano. O baixista Dadi foi então substituído por Rodrigo Santos.
Em 2001, após apresentar-se no Rock in Rio 3 Por Um Mundo Melhor, os integrantes resolveram dar uma "pausa" na banda a fim de desenvolverem projetos pessoais.


Retorno (2004-2007)
No ano de 2004, o Barão Vermelho se reuniu novamente e lançou um álbum homônimo, com o puro rock'n'roll do início da carreira, incluindo "hits" como "Cuidado" e "A Chave da Porta da Frente".
Em agosto de 2005, a banda gravou o primeiro DVD da carreira. Gravado no Circo Voador, o MTV ao vivo - Barão Vermelho teve alguns sucessos como a inédita "O Nosso Mundo" e a regravação de "Codinome Beija-Flor", com a inclusão da voz de Cazuza pelo telão do show. O álbum fez sucesso e garantiu mais um disco de ouro à banda.
Após uma turnê de 2 anos, no dia 12 de janeiro de 2007, a banda faz seu último show no Rio de Janeiro, antes de nova parada "de férias" - a segunda na década. Seus integrantes passaram a dedicar-se a projetos solo. Antes da segunda parada, a banda lançou um livro sobre sua carreira e do DVD com o histórico show no Rock in Rio I.


30 Anos de Carreira e Nova Turnê
Recentemente, Frejat e Rodrigo Santos confirmaram através de entrevistas e nas redes sociais o segundo retorno da banda após 5 anos. A reunião será uma comemoração pelos 30 anos de carreira do grupo e do lançamento do primeiro disco. Dentre as comemorações, está o relançamento do álbum Barão Vermelho, gravado em 1982, remixado e remasterizado, com faixas bônus, raridades e uma música inédita, um novo show em parceria com a MTV Brasil, com transmissão ao vivo direto da Praia do Arpoador, no Rio de Janeiro, um documentário, contando a história do grupo, e uma turnê durante seis meses. Após esses eventos, a banda entrará novamente em recesso a partir de março de 2013, sem previsão de volta.


Cinema
O Barão teve uma participação no cinema em 1984 com o filme Bete Balanço, onde Cazuza (ainda vocalista na época) compôs a música tema do filme, ambos fazendo o papel de si mesmos, e Cazuza interpretando Tininho, um compositor.



Discografia
Álbuns de estúdio
Barão Vermelho (1982)
Barão Vermelho 2 (1983)
Maior Abandonado (1984)
Declare Guerra (1986)
Rock'n Geral (1987)
Carnaval (1988)
Na Calada da Noite (1990)
Supermercados da Vida (1992)
Carne Crua (1994)
Álbum (1996)
Puro Êxtase (1998)
Barão Vermelho (2004)

Coletâneas
Melhores Momentos: Cazuza & Barão Vermelho (1989)
Pedra, Flor e Espinho (2002)

Álbuns ao vivo
Barão ao Vivo (1989)
Acústico MTV (1991)
Barão Vermelho ao Vivo (1992)
Balada MTV (1999)
MTV ao Vivo (2005)
Rock in Rio 1985 (2007)


DVDs Oficiais
1999 - Balada MTV
2005 - MTV Ao Vivo (DVD)
2006 - Box MTV Barão Vermelho (caixa com 3 DVDs)
2007 - Rock in Rio 1985 (DVD)



Integrantes
Formação Original (1981 - 1985)
Cazuza — Vocal
Guto Goffi — bateria
Roberto Frejat — guitarra
Dé — baixo
Maurício Barros — teclado

Formação atual
Roberto Frejat — guitarra (desde 1981) e vocal (desde 1985)
Guto Goffi — bateria (desde 1981)
Fernando Magalhães (guitarrista) — guitarra (desde 1989)
Peninha — percussão (desde 1989)
Rodrigo Santos — baixo (desde 1992)
Maurício Barros — teclado (1981-1987) e Participação Especial nos discos e turnês do Barão Vermelho desde 1991

Ex-integrantes
Cazuza — vocal - Nos discos Barão Vermelho, Barão Vermelho 2, Maior Abandonado e Ao Vivo no Rock in Rio I (1981-1985)
Dé — baixo - Nos discos Barão Vermelho, Barão Vermelho 2, Maior Abandonado, Ao Vivo no Rock in Rio I, Declare Guerra, Rock'n Geral, Carnaval e Barão Ao Vivo (1981-1989)
Dadi Carvalho — baixo - No Disco Na Calada da Noite (1990)
Sérgio Serra — guitarra - Participação no inicio da banda (1982)

Fonte: Wikipédia  







22.1.13

O Sistema


Mais um texto pessoal, escrito há mais de 20 anos atrás. 
Uma visão crua e anarquista de um jovem de 17 anos de idade acerca do 'sistema'.


Sistema que nos obriga a obedecer leis de idiotas superiores.

Sistema que tenta a todo instante calar a voz dos oprimidos.

Sistema explorador, enganador e cruel; quase sempre bem visto e aceito pelo povo que até já se acostumou com essa alienação.

Sistema que todo dia tira o pão da boca das nossas crianças e dos proletários.

Sistema guiado por verdadeiros ‘burros inteligentes’.

Sistema que tira a nossa liberdade de escolha, nossa liberdade de pensar e de opinar.

Sistema que massacra o povo com a sua repressão; destrói e despeja famílias.

Sistema que foi criado para nos escravizar, nos transformar em cordeirinhos, guiar os nossos ideais e conduzir nossas vidas para a desgraça.

Sistema que foi criado para enriquecer condutores e empobrecer conduzidos.


DANE-SE O SISTEMA GOVERNAMENTAL!

DANE-SE O SISTEMA CAPITALISTA!

DANE-SE O SISTEMA REPRESSOR!


DANE-SE O SISTEMA!



Renato Curse           setembro de 1.994


19.1.13

Ausência em mim



Ausência em mim... 

O som dos ponteiros do despertador 
penetra em meus ouvidos, 
penetra no sangue, penetra na alma; 
não, não é dolorido, mas causa pavor, 
não traz alento, não acalma. 

Calma, é só o tempo, 
mais nada. 

Calma que nada! 

Nessa ausência em mim 
sei que isso não é o começo, 
sei que isso é tudo o que eu mereço, 
sei que isso é só o começo do fim. 

Ausência em mim... 





Renato Curse              janeiro de 2.013



17.1.13

Eternamente Creedence Clearwater Revival



Creedence Clearwater Revival foi uma banda de country rock californiana formada por John Fogerty (guitarra e vocais principais), Tom Fogerty (guitarra), Stu Cook (baixo) e Doug Clifford (bateria), que, sob outras denominações, tocavam juntos desde 1959.
Adotaram o nome Creedence Clearwater Revival em 1967, com o qual lançaram as primeiras gravações em 1968. O nome surgiu pela junção do nome de um amigo de Tom Fogerty, "Credence Nubal", com "Clearwater", uma cerveja da época e Revival, simbolizando a união entre os membros, que já tocavam juntos desde 1959. Ao nome de Credence, adicionaram um e para lembrar creed (crença, credo). Em 1968 obtiveram o primeiro disco de ouro, com o álbum de estreia, Creedence Clearwater Revival.
Ao longo da carreira, entre singles e álbuns, conquistaram nove discos de ouro e sete discos de platina. Separaram-se em julho de 1972. John Fogerty foi quem teve mais êxito na carreira solo. Seu irmão Tom faleceu em 6 de setembro de 1990. Em 1993 o Creedence Clearwater Revival foi introduzido ao Rock and Roll Hall of Fame.
Recentemente, Stu Cook e Doug Clifford formaram o Creedence Clearwater Revisited, e passaram a excursionar pelo mundo, tocando antigos sucessos da formação original.


História
Em setembro de 1959, John Fogerty (vocalista e guitarrista), Doug Clifford (bateria) e Stu Cook (baixo) formam The Blue Velvets. Dois meses mais tarde, Tom Fogerty (guitarrista), irmão mais velho de John, entra no grupo como cantor, mudando o nome da banda para Tommy Fogerty and The Blue Velvets. O nome do grupo muda para The Golliwogs em 1964, após assinarem contrato com a gravadora Fantasy Records, onde John trabalhava. Nos três anos seguintes alguns compactos foram lançados, fazendo grande sucesso local.
Em 24 de dezembro de 1967, sob a influência de Saul Zaentz, novo dono da Fantasy Records, eles decidem então se tornarem profissionais. Começando pelo nome que faria história no mundo do rock: um amigo de Tom chamado Credence Nuball, um comercial da cerveja "Clearwater" e Revival, simbolizando a união do grupo, serviram de inspiração. A banda vem então com um novo estilo de música, definido por John Fogerty que, como cantor e compositor, passou a ser o centro da banda.
Em julho de 1968 é lançado o primeiro disco, Creedence Clearwater Revival, e já dá ao grupo um disco de ouro. Também foram lançados os compactos "Suzie Q" (Partes 1 e 2) e "I Put a Spell on You/Walk on the Water".
O segundo álbum, Bayou Country, é lançado em janeiro de 1969 e ganha disco de platina. Lançados também o compacto "Proud Mary/Born on the Bayou", que além de ganhar disco de ouro lança o grupo para uma carreira mundial de sucesso. Em abril, são lançados os compactos "Bad Moon Rising/Lodi" e "Green River/Commotion" (do terceiro álbum), ambos recebem disco de ouro.
O terceiro disco, Green River, lançado em agosto de 1969, também recebe disco de platina. O compacto "Down on the Corner/Fortunate Son" é lançado, quarto disco de ouro.
Em novembro de 1969 é lançado o quarto disco, Willy and the Poor Boys, que também recebe disco de platina. A banda, logicamente, esteve presente no festival de Woodstock, fazendo grande apresentação. O compacto "Travellin' Band/Who'll Stop the Rain" dá a banda o quinto disco de ouro, lançado em 1970. A banda começa sua primeira turnê pela Europa, fazendo também um enorme sucesso neste continente. O compacto "Up Around the Bend/Run Through the Jungle" também é disco de ouro.
Em julho de 1970 é lançado o disco de maior sucesso da banda, Cosmo's Factory, que vende mais de três milhões de cópias, disco de platina portanto. O compacto "Lookin'Out My Back Door/Long as I Can See the Light" é lançado e também é disco de ouro.
Ainda em 1970 é lançado o sexto disco Pendulum, que também foi disco de platina, o quinto do grupo. O ambiente no grupo porém já não é dos melhores: dizem que Tom, Doug e Stu não concordam em serem apenas uma banda para John Fogerty. Em 1971 é lançado o oitavo compacto disco de ouro: "Have You Ever Seen the Rain/Hey Tonight".
Em fevereiro de 1971 Tom Fogerty abandona o grupo para seguir carreira solo. Os outros decidem continuar como um trio, começando uma grande turnê pelos EUA e logo em seguidauma pela Europa. É lançado o décimo primeiro compacto, "Sweet Hitch-Hicker / Door to Door", que ainda atinge o topo das paradas. Em 1972 perfeita turnê pela Austrália, Nova Zelândia e Japão. O compacto "Someday Never Comes / Tearin' Up the Country" é lançado, mas não faz o mesmo sucesso dos anteriores, sendo o único que não ganhou disco de ouro.
É lançado o último álbum, Mardi Gras, em abril de 1972, que também ganha disco de ouro. A obra mostra que o grupo está próximo da divisão, com Stu Cook e Doug Clifford compondo algumas das canções (até então John Fogerty era quem compunha a maioria das canções da banda). Em 16 de outubro a gravadora Fantasy Records anuncia oficialmente o fim de Creedence Clearwater Revival .
Todos os membros da banda participaram das gravações do álbum solo de Tom Fogerty lançado em 1974, Zephyr National. Tom Fogerty morreu em 1990, vítima de tuberculose.


Reuniões
Desde então reuniram-se eventualmente em 1995 para aparições em festivais diversos. Stu Cook e Doug Clifford chegaram a montar uma banda chamada Creedence Clearwater Revisited e se apresentaram tocando canções de seu grupo antigo.
Em 2006 fizeram uma turnê pelo Brasil com a formação Revisited onde tocaram por uma semana, passando pelas cidades: Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte, Bauru, São Paulo, Jaguariúna e Tubarão. Passaram também por Porto Alegre alguns anos antes.
Em 2011, houve outra turnê pelo Brasil, que lotou a casa e reuniu muitos motociclistas no Centro de Convenções Ulysses Guimarães em Brasília.


Discografia
Álbuns de estúdio
Creedence Clearwater Revival (1968)  
Bayou Country (1969) 
Green River (1969)  
Willy and the Poor Boys (1969) 
Cosmo's Factory (1970)  
Pendulum (1970) 
Mardi Gras (1972)  

Coletâneas
Creedence Gold (coletânea, 1972) 
More Creedence Gold (coletânea, 1973) 
Chronicle, Vol. 1 (coletânea, 1976)  
Chronicle, Vol. 2 (coletânea, 1986)
Rollin' On the River (coletânea, 1988)  

Álbuns ao vivo
Live in Europe (ao vivo, 1973)
The Concert (ao vivo, 1980)  


Fonte: Wikipédia  






11.1.13

Eternamente 14 Bis



14 Bis é uma banda vocal/instrumental brasileira que surgiu em Belo Horizonte, Minas Gerais, criada pelos irmãos Flávio e Cláudio Venturini, Hely Rodrigues, Vermelho e Sérgio Magrão.

História
O 14 Bis foi criado no final do ano de 1979, por músicos que já se conheciam e alimentavam a ideia de ter uma banda brasileira nos moldes daquelas bandas internacionais que tanto influenciaram e emocionaram seus integrantes como Beatles, Rolling Stones, Deep Purple, Yes, Led Zeppelin, Pink Floyd entre muitas outras.
Mas a influência não se resume a música criada fora do Brasil. O "Clube da Esquina" foi para todos do 14 Bis a prova que poderia ser criada no Brasil uma nova Música Brasileira original, popular e ao mesmo tempo sofisticada. Antes da fundação do 14 Bis, era diante desse caldeirão musical que seus futuros integrantes sonhavam em gravar suas canções e atingir o sucesso. Enquanto isso não era possível, trabalhavam cada um junto a um grupo ou artista diferente, sempre buscando o amadurecimento musical e profissional. Flávio e Sérgio estavam no O Terço, Hely e Vermelho no "Bendegó" e Cláudio com Lô Borges.
Naqueles anos o Brasil ainda em processo de redemocratização era um país onde a formação de uma banda era vista com desconfiança pelas gravadoras. Foi com o aval de Milton Nascimento (produtor do primeiro disco) que o 14 Bis foi contratado pela multinacional EMI Odeon para gravar o 14 Bis I, disco que rapidamente galgou as paradas com canções como "Natural" e "Canção da América", esta uma inédita de Milton Nascimento e Fernando Brant.
No ano seguinte foi lançado o disco 14 Bis II, disco considerado clássico da banda com inovações harmônicas, vocais e instrumentais trazendo mais sucesso e afirmação no cenário musical brasileiro para o 14 Bis. Neste disco se destacam músicas como "Planeta Sonho", "Nova Manhã", "Caçador de Mim", "Bola de Meia, Bola de Gude" entre outras.
Em 1981 foi lançado o "Espelho das Águas" disco onde a banda apresentou novos ritmos e arranjos como pode-se notar em "Mesmo de Brincadeira" um country mineiro ou "A qualquer Tempo", um barroco mineiro, além de apresentar mais um clássico inédito de Milton e Brant, "Nos Bailes da Vida".
O ano de 1982 veio com "Além Paraíso" gravado depois de uma viagem aos EUA onde a banda comprou o melhor equipamento existente à época, fato que ajudou a aprimorar ainda mais a sonoridade do disco. O grande hit foi "Linda Juventude". Em 1983 saiu "A Idade da Luz" quinto disco em menos de cinco anos, com mais um grande hit "Todo Azul do Mar".
Aí veio o sexto disco onde o 14 Bis experimenta e flerta com a new age (movimento musical britânico). Novas parcerias musicais e estéticas mostram que "A Nave Vai" lançado em 1985 é multifacetado desde a capa ao conteúdo. Canções como "Nuvens", blues como "Figura Rara" e a new age "Outras Dimensões" traduzem a inquietude musical e a busca incessante do novo pelos seus integrantes.
O sétimo disco é o último disco de canções inéditas, composto e gravado com a formação original da banda e marca a saída de Flávio Venturini do 14 Bis para a melhor condução de uma carreira solo que já havia rendido 2 discos paralelos ao trabalho da banda. A parceria com Renato Russo em "Mais uma Vez" é um grande sucesso desse trabalho. Naquele mesmo ano de 1987 foi gravado o primeiro disco ao vivo do 14 Bis "14 Bis ao Vivo" ainda com a formação original.
Já nos anos 90 o 14 Bis lança "Quatro por Quatro", disco raro no mercado que apresenta músicas como "Romance", "O Fogo do teu Olhar", "Dona de Mim" entre outras.
O décimo disco é também o primeiro gravado fora do Brasil, "Siga o Sol" foi quase todo gravado e mixado em New York refletindo bem o momento e o amadurecimento do grupo.
No final nos anos 90 a banda grava o "Bis acústico" apresentando aos fãs grandes sucessos da banda no formato acústico e também canções inéditas como "Sonhando o Futuro".
Em 2000 a banda grava com o grupo "Boca Livre" um belo trabalho ao vivo "Boca Livre e 14 Bis ao vivo" com clássicos das duas bandas. Em 2004 o 14 Bis lança mais um disco de músicas inéditas, "Outros Planos" onde a banda mostra novas parcerias e belas músicas como "Outono", "Canções de Guerra" e "Constelações" entre muitas outras.
O trabalho mais recente é o CD e DVD "14 Bis ao vivo", primeiro DVD da banda contendo seus grandes sucessos e trazendo a participação de Flávio Venturini, Beto Guedes, Rogério Flausino e Marcus Vianna. Os planos para o futuro breve são o remix do CD "Outros Planos" com a adição de duas canções inéditas e a comemoração dos 30 anos da banda com a volta de Flávio Venturini para a gravação de um CD e DVD de sucessos da banda e de inéditas do grupo compostas especialmente para comemorar estes 30 anos de sucesso.


Curiosidades
O músico Vermelho conheceu o parceiro musical Flávio Venturini em 1968 no exército, onde faziam parte do corpo de oficiais temporários (CPOR). O hino do CPOR tem como autor o próprio Vermelho.
O primeiro álbum lançado em formado de CD foi o Quatro por Quatro, em 1993. Os trabalhos anteriores foram gravados em discos de vinil e fitas cassete, mas foram relançados em CD pela EMI. O único disco que não foi editado em CD é o Sete (1987).
O 14 Bis possui um integrante que não é membro oficial, o tecladista Sérgio Vanconcellos acompanha a banda em gravações de estúdio e shows. Após a saída de Flávio Venturini a banda necessitava de outro tecladista. Sérgio Vasconcellos foi músico nos Estados Unidos durante muitos anos, e está no 14 Bis desde 1995.


Discografia
Ao longo da carreria o grupo gravou doze álbuns de estúdio, além de coletânes, álbuns ao vivo, participações e DVDs.
14 Bis (1979) EMI-Odeon
14 Bis II (1980) EMI-Odeon
Espelhos das Águas (1981) EMI-Odeon
Além Paraíso (1982) EMI-Odeon
A Idade da Luz (1983) EMI-Odeon
A Nave Vai (1985) EMI-odeon
Sete (1987) EMI-Odeon
Quatro por Quatro (1993) EMI-Odeon
Siga o Sol (1996) Velas
Bis Acústico (1999) PolyGram
Outros Planos (2004) Indie Records

Coletânea
14 Bis Série Bis (2001) - Coletânea (CD Duplo)
14 Bis Sempre (2008) - Coletânea

Ao vivo
14 Bis ao Vivo (1987) Emi-Odeon
Boca Livre e 14 Bis ao Vivo (2000) Indie Records
14 Bis ao Vivo (2007)


Videografia
DVDs
14 Bis ao Vivo (2007)

Fonte: Wikipédia 









9.1.13

A Felicidade...



Não há atalho para a felicidade.
O caminho que leva a ela é como um
labirinto infinito cheio de imprevistos.

A felicidade está nesse labirinto,
onipresente, em muitas portas e partes.

Chegar a ela não é raro, porém por conta dos
imprevistos, a percepção da felicidade estará
em dualidade com estes...


O labirinto nada mais é do que um ciclo
que só termina com o fim da nossa existência.


Ser feliz não é complicado e nem raro,
só é passageiro, circunstancial,
como tudo nesta vida,
como nós seres humanos...



Renato Curse         25 de fevereiro de 2007


3.1.13

Acredite no Amor



Por que será que é tão tortuosa
a busca da felicidade?
Tudo acaba, tudo passa, tudo termina...

Porém, sempre haverá alguém
chorando por alguém,
escrevendo por alguém,
quem sabe até morrendo por alguém.

Talvez isso então explique o medo de amar,
de se entregar, de tentar ser feliz.

Talvez isso explique a solidão,
o sentimento de angústia e
o desespero em forma de lembranças...


Mas por que se sacrificam novamente?

É o que resta para quem ainda ama,
para quem ainda acredita no amor,
na fidelidade, no carinho, e sobretudo
nas pessoas que transmitem isso.


NUNCA É TARDE DEMAIS
PARA ACREDITAR E VIVER
A BELEZA E O ENCANTO DO AMOR !

CONTINUE AMANDO!


Renato Curse            03 de janeiro de 1.998 *

(a foto acima é de janeiro de 1.998)


2.1.13

Escudos e distintivos do Palmeiras

1914 - Palestra Itália - Elaborado nos primeiros tempos era o símbolo institucional do clube, utilizado em impressos, carteira social e na bandeira oficial.




1915 - Foi o primeiro distintivo utilizado na camisa do clube. As letras arcaicas “P” e “I”, nas cores brancas, ornavam o lado esquerdo do peito do uniforme verde do Palestra Itália.




1916 - Para a disputa do Campeonato Paulista de 1916, a diretoria palestrina decide importar da Itália um jogo de camisa com o escudo da Cruz de Savóia, símbolo da Casa Real Italiana.




1917 - Houve nova alteração no escudo da camisa. A Cruz de Savóia deu lugar às letras “P” e “I”, que eram orladas por um triângulo na cor verde.




1918 - O distintivo foi mudado novamente. Seu formato passou a ser circular, orlado de vermelho num fundo branco. No centro, as letras "P" (na cor verde) e "I" (em vermelho) entrecortando-se.




1938 - Com o mesmo formato circular, mudou-se apenas a disposição das cores. Orlado de branco num fundo verde. No centro, as letras "P" (na cor branca) e "I" (em vermelho) entrecortando-se.





1940 - Com o mesmo formato circular, mudou-se apenas a disposição das cores. Orlado de branco num fundo verde. No centro, as letras "P" (na cor vermelha) e "I" (em vermelho) entrecortando-se.




1942 - Palestra de São Paulo - Símbolo provisório utilizado no período da mudança de nome.




1942 - Desaparece o vermelho e a letra “I” do escudo, ficando apenas o verde e o branco, com a letra "P" no centro, indicando a inicial do nome do clube.




1959 - O distintivo da camisa do Palmeiras sofre nova alteração. 
O tradicional “P” dá lugar a um novo escudo.




1977 - O distintivo da camisa do Palmeiras passa a ser esse.






A MODERNIZAÇÃO DO DISTINTIVO
2012 - Correção e padronização dos espaçamentos e espessuras entre fios e filetes;

- Padronização das 26 linhas paralelas dentro de seu brasão; ( simbolizando o dia de fundação do clube )

- Ajustes na simetria, espaçamento, tamanho e desenho das oito estrelas internas;

- Suavização nos contornos e cantos da escrita interna ‘PALMEIRAS’, além da correção do ponto de fuga de sua perspectiva, tornando seu conjunto mais harmonioso e proporcional.

- Redesenho da letra “P” de acordo com o estilo de desenho usado ao longo da história do clube.

















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