24 de jun de 2016

Deus e os demônios




Demônios, fantasmas, zumbis,
Bruxas, lobisomens, assombrações,
Mula-sem-cabeça, curupira, sacis,
Aparições, ilusões, superstições...

Quantas crendices, quanto charlatanismo!
Tantas vítimas da lavagem cerebral.
Quantos falsos profetas, quanto cinismo!
Tantas religiões pregando o bem e o mal.

Fadas, gnomos, larvas astrais,
Possessos, possuídos, endemoniados,
Espíritas, videntes, dons paranormais,
Enganados, enganadores, profanados...

Acredita então que existe mais de um deus?
Acredita que Deus revelou mais de uma religião?
Não acredita em nada, é um confesso ateu,
Ou acredita em quase tudo, tal qual um pagão?

Tão perigoso quanto o curandeirismo,
Que retira a dor, mas não extirpa a doença,
São as superstições e o politeísmo;
Fanáticos e idólatras, vítimas de suas crenças!

Quanta tolice crer no poder de um tal satanás!
Quanta besteira achar que os mortos podem voltar!
Procure explicações e certamente encontrarás,
Não acredite em qualquer coisa sem antes questionar!

Ou acha mesmo que os fantasmas estão por aí?
Ou que o diabo esta agindo em nosso planeta?
Então, demônios, espíritos, venham, apareçam aqui!
Eu os invoco, eu os desafio; vamos, apareçam!

É em Deus, em Jesus, que você deveria acreditar,
Crer na doutrina que Ele nos ensinou,
Que Deus não existe cientista algum conseguiu provar
E há provas suficientes do que a Bíblia revelou.




Renato Curse                  05 de julho de 2015


23 de mai de 2016

O tempo que fere e mata


O tempo passou...
E passou tão rápido que é difícil acreditar
que tanta coisa tenha acontecido nesse tempo.

Aquele menino que olhava para frente,
espelhando um horizonte que parecia tão distante,
ficou parado, estacionado em algum canto do passado...
indiferente.

Ele não se encaixa mais nessa realidade.
Não por opção, 
mas por imposição das duras leis do tempo;
das assustadoras faces da verdade.
Que por vezes ferem, cortam.
Só param quando querem,
só param quando cortam...



O tempo passou...
E passou tão rápido que é difícil acreditar
que tanta gente tenha passado nesse tempo.

Aquelas pessoas que compartilhavam dos mesmos ideais, espelhando um horizonte que parecia tão envolvente,
se dispersaram,
ficaram também em algum canto do passado... 
indiferentes.

Algumas nem pertencem mais a essa realidade.
Não por opção, 
mas por imposição das duras leis do tempo;
das assustadoras faces da fatalidade.
Que sempre ferem e matam.
Não param quando queres,
só param quando matam...




Renato Curse                 23 de abril de 2016


7 de mai de 2016

Palmeiras: mais de 20 estádios inaugurados


O Palmeiras é o clube que mais inaugurou estádios no Brasil. 
Além de participar das festividades de inauguração do Pacaembu, do Mineirão e do Serra Dourada, o alviverde fez o jogo inaugural de várias outras praças de esportes pelo Brasil. 
Selecionei aqui a lista completa desses estádios, confira:




17 de março de 1918 - Estádio da Ponte Grande (onde hoje localiza-se o Clube de Regatas Tietê), em São Paulo

Corinthians 3 x 3 Palestra (amistoso, Taça dos Cronistas Esportivos)
O estádio da Ponte Grande pertencia ao Corinthians e foi usado pelo clube até 1927. O clube convidou o Palestra Itália para a disputa da Taça dos Cronistas Esportivos na inauguração de seu estádio e como a partida terminou em 3 a 3, um outro jogo foi marcado (24 de março) e o Verdão conquistou sobre o arquirrival a primeira taça do derby: venceu por 4 a 2. Coube a Heitor, no primeiro jogo, anotar o primeiro gol na história da primeira casa corintiana. Vale lembrar que dos 4 derbys disputados na Ponte Grande, o Palestra venceu 3 e empatou 1, ou seja, nunca perdeu para o mandante e dono da casa.










09 de março de 1919 - Estádio da Rua Cesário Ramalho, em São Paulo

Palestra 3 x 1 União Recreativa do Cambucy-SP
(amistoso, Taça Castelões)

O estádio da Rua Cesário de Ramalho pertenceu à União Artística e Recreativa do Cambuci até 1924, quando então foi adquirido pela Portuguesa de Desportos. No jogo inaugural, o Palestra faturou a Taça Castelões.










21 de abril de 1919 - Estádio Parque São Jorge, em São Paulo

Palestra Itália 3 x 0 A.A.Palmeiras (amistoso, Taça Beirute)
Alguns anos antes de ser adquirido pelo Corinthians (em 1926), o campo do Parque São Jorge (mais tarde estádio Alfredo Schürig) teve seu primeiro jogo de futebol no dia 21 de abril de 1919, num amistoso em que o Palestra derrotou o A.A. Palmeiras por 3 a 0 e conquistou a Taça Beirute. O palestrino Aldighieri marcou o primeiro gol no campo










03 de agosto de 1919 - Estádio Coronel Montenegro, em Santos
 Combinado A. A. Americana de Santos/Brasil de Santos 0 x 8 Palestra Itália (amistoso, Taça Montenegro)
O campo pertencia ao Americana desde 1917, mas só foi inaugurado oficialmente em 3 de agosto de 1919, quando então o Palestra Itália aplicou sua maior goleada até ali: um massacre de 8 a 0 (a maior goleada do clube aconteceu em 1999: 15 a 0 no Combinado Vale d'Aosta-ITA). O palestrino Picagli marcou o primeiro gol naquela tarde dominical que culminou com a conquista da Taça Montenegro. Hoje a praça de esportes é ocupada pelo C.A. Santista.










18 de abril de 1920 - Estádio da Avenida Rodrigues Alves, na Vila Mariana, em São Paulo
Palestra Itália 2 x 1 A. A. São Bento (amistoso,Taça Holnberg e Beck)
Com grandes festividades, o campo pertencente ao Graphica de Sports teve seu jogo inaugural no embate Palestra Itália x A.A. São Bento (da capital). A partida terminou empatada em 1 a 1 e como havia a Taça Holnberg e Beck em disputa, houve uma prorrogação de 20 minutos e Imparato II que já havia marcado o primeiro gol, anotou o segundo e garantiu a conquista da taça para o Verdão. Depois desse amistoso, o Palestra daria início à campanha do primeiro campeonato paulista conquistado pelo clube.










10 de julho de 1921 - Estádio Municipal de São João da Boa Vista-SP 
Esportiva Sanjoanense 0 x 2 Palestra Itália (amistoso, Taça Mogyana)
Mais uma inauguração, mais uma taça. Coube a Imparato marcar os 2 gols e garantir a vitória do alviverde. O campo ficava na Rua General Carneiro.










08 de outubro de 1922 - Estádio Municipal de Jundiaí-SP (Campo da Vila Leme)
Paulista de Jundiaí 3 x 5 Palestra Itália (amistoso)
Imparato II marcou o primeiro gol no campo da Vila Leme.










07 de setembro de 1927 - Estádio da Rua dos Ituanos, no bairro Ipiranga, em São Paulo
Independência-SP 2 x 4 Palestra Itália (amistoso, Troféu Lúcio Veiga)
O Palestra Itália não fez o primeiro jogo, mas foi a atração principal nas festividades de inauguração do campo do Independência. Foram 3 jogos: o primeiro entre os segundos quadros do Independência e do Silex; o segundo entre Ypiranga e Silex (principal) e o terceiro entre Palestra e Independência. O alviverde venceu por 4 a 2 e garantiu a posse do Troféu Lucio Veiga.










16 de maio de 1937 - Estádio do Lusitano (Rua São Jorge), em São Paulo-SP
Lusitano FC 2 x 3 Palestra Itália (amistoso)
Exatamente uma semana depois de conquistar o Campeonato Paulista de 1936 (sim, ele só terminou em maio de 1937) sobre o Corinthians, o Palestra Itália (com um quadro misto) inaugurou mais um campo de futebol, o do Luzitano FC (que pertencia ao Albion). O primeiro gol da partida foi anotado por Luiz 'Gino' Imparato.










27 de abril de 1940 – Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho (Pacaembu), em São Paulo
Palmeiras 6 x 2 Coritiba (amistoso, Taça Cidade de São Paulo)
 Coube à Società Sportiva Palestra Itália a honra e o privilégio de inaugurar o Pacaembu. No jogo inaugural goleou o Coritiba por 6 a 2 e de quebra conquistou o primeiro título no estádio: a Taça Cidade de São Paulo.










16 de fevereiro de 1941 - Estádio Angulo Diaz, em Catanduva-SP
Guarani de Catanduva 2 x 5 Palestra Itália (amistoso)
No primeiro compromisso futebolístico de 1941, o Palestra Itália goleou o Guarani de Catanduva por 5 a 2 na partida inaugural do Estádio Angulo Diaz. Coube a Canhoto anotar o primeiro gol do jogo e da história do estádio. Foi o último estádio que o Verdão inaugurou com o nome Palestra Itália.










07 de setembro de 1947 - Estádio Achilles Pimpão, em Londrina-PR
Operário 0 x 10 Palmeiras (amistoso, Taça 7 de Setembro)
O Verdão inaugurou o Achilles Pimpão (atual Estádio Vitorino Gonçalves Dias) impondo um verdadeiro massacre ao Operário local: 10 a 0! O palmeirense Lula abriu a contagem aos 9 minutos do primeiro tempo em uma cobrança de falta. Ao fim da primeira etapa o Palmeiras já vencia por 7 a 0. Foi o primeiro jogo do argentino Bóvio com a camisa alviverde; ele entrou no segundo tempo e marcou 2 gols. Que bela estreia, hein!










31 de maio de 1953 – Estádio Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas
Guarani 3 x 1 Palmeiras (amistoso)
Mais uma honra para o Palmeiras. Apesar de ter perdido pela primeira vez na inauguração de um estádio, o Verdão estará para sempre na história do Brinco de Ouro. Coube ao 'garoto de ouro' Lima o privilégio de marcar o primeiro gol palmeirense do estádio.










13 de junho de 1954 – Estádio Dr. Osvaldo Scatena, em Batatais-SP
Batatais 2 x 4 Palmeiras (amistoso)
Conhecido como 'Scatenão', o estádio do Batatais também foi inaugurado pelo Palmeiras. O primeiro gol no estádio foi anotado pelo palmeirense Moacir.










05 de junho de 1955 – Estádio Breno Ribeiro do Val, em Osvaldo Cruz-SP
A.A. Osvaldo Cruz 1 x 8 Palmeiras (amistoso)
No mesmo dia em que disputava a final do Torneio Rio-São Paulo contra a Portuguesa, no Pacaembu, o Palmeiras inaugurou, jogando com um time misto, o Estádio Breno Ribeiro do Val, na cidade de Osvaldo Cruz. Ao contrário do time principal, que perdeu por 2 a 0, a equipe mista do Verdão goleou por 8 a 1!










11 de novembro de 1956 – Estádio Dr. Osvaldo Teixeira Duarte (Canindé), em São Paulo
Portuguesa 3 x 2 Combinado Palmeiras/São Paulo (amistoso)
Apesar de ter atuado com um misto de jogadores de Palmeiras e São Paulo FC, pode-se dizer que o Verdão também ajudou a inaugurar o Canindé. No total, foram 6 jogadores palmeirenses utilizados no jogo: Nivaldo (goleiro), Dema, Waldemar Fiúme, Valdemar Carabina, Renatinho e Fernando.










30 de maio de 1957 – Estádio Jayme Cintra, em Jundiaí-SP
Paulista 3 x 1 Palmeiras (amistoso)
Para inaugurar o Estádio Jayme Cintra, o Palmeiras mandou a campo um time misto. A exemplo do que vinha acontecendo com o time titular, a equipe mista também não correspondeu e acabou perdendo por 3 a 1.










13 de maio de 1959 - Estádio Engenho Grande, em Araras-SP
Usina São João 0 x 6 Palmeiras (amistoso)
Com um time bastante forte, com nomes como: Valdir de Morais, Aldemar, Geraldo Scotto, Valdemar Carabina, Romeiro, Américo, Nardo, Chinesinho e Ênio Andrade, o Palmeiras não deu chances ao Usina São João de Araras e o goleou por 6 a 0 na inauguração de sua casa. Durante alguns anos, o Estádio Engenho Grande foi um dos mais modernos do interior paulista.










05 de junho de 1960 - Estádio Ubaldo Medeiros, em Bauru-SP
Noroeste 3 x 2 Palmeiras (amistoso)
Com um time muito bom (Valdir de Morais, Djalma Santos, Aldemar, Zequinha, Julinho Botelho, Nardo, Chinesinho, Romeiro, entre outros), o Palmeiras foi surpreendido pelo Noroeste e perdeu a partida inaugural do Estádio Ubaldo Medeiros por 3 a 2. Nardo foi o primeiro palmeirense a marcar no  estádio; um dos maiores do interior na época.










04 de setembro de 1965 – Estádio Barão de Serra Negra, em Piracicaba-SP
XV de Piracicaba 0 x 0 Palmeiras (Campeonato Paulista)
Pela primeira vez num jogo de campeonato paulista, o Verdão participou da inauguração de um estádio, um dos mais importantes do interior paulista até hoje: o Barão de Serra Negra, do XV de Piracicaba. A partida terminou sem abertura de contagem. Antes do prélio principal, o quadro de aspirantes dos dois clubes já haviam se enfrentado e também empatado, porém, pelo placar de 1 a 1.










07 de setembro de 1965 - Estádio Magalhães Pinto (Mineirão), em Belo Horizonte-MG
Palmeiras CBD 3 x 0 Uruguai (amistoso, Taça Independência)
Apenas três dias depois de inaugurar o Estádio Barão de Serra Negra, o Palmeiras participou das festividades de inauguração do Estádio Mineirão, numa das partidas mais importantes de sua história. Representando oficialmente a Seleção Brasileira (todos os jogadores, a comissão técnica, massagistas...), o Verdão derrotou o Uruguai por 3 a 0 e faturou a Taça Independência. Foi a primeira e (até hoje) única vez que um clube brasileiro representou oficialmente a Seleção.










03 de novembro de 1968 – Estádio Luís Augusto de Oliveira, em São Carlos-SP
Palmeiras 2 x 3 São Paulo (amistoso)
Na inauguração do Estádio Luís Augusto de Oliveira, o Palmeiras (com um time misto) perdeu uma invencibilidade de 24 jogos, na derrota por 3 a 2 para o São Paulo FC.










14 de dezembro de 1969 – Estádio Bruno José Daniel, em Santo André-SP
Santo André 0 x 4 Palmeiras (amistoso)
O Palmeiras, que exatamente uma semana antes havia conquistado o Torneio Roberto Gomes Pedrosa, sagrando-se tetracampeão brasileiro, mandou um time misto para enfrentar o Santo André na inauguração do Bruno José Daniel. Mesmo assim acabou goleando por 4 a 0.










07 de setembro de 1972 – Estádio Benito Agnelo Castellano, em Rio Claro-SP
Velo Clube 1 x 4 Palmeiras (amistoso)
Apenas 4 dias depois de sagrar-se campeão paulista, o Palmeiras foi a Rio Claro inaugurar o Estádio Benito Agnelo Castellano. Participaram do jogo os campeões: Leão, Eurico, Luís Pereira, Alfredo Mostarda, Zeca, Madurga, Ademir da Guia, Edu, Fedato, Leivinha, César Maluco, Nei... A Academia não teve dó e goleou o Velo Clube (dono da casa) por 4 a 1. O atacante Nei marcou o primeiro gol da história do estádio. Curiosamente, foi a 4.a praça de esportes inaugurada pelo Palmeiras no feriado de 7 de setembro.










12 de março de 1975 - Estádio Serra Dourada, em Goiânia-GO
Palmeiras 2 x 1 Argentina (amistoso)
Apesar de não ter feito o jogo inaugural (que ocorrera 3 dias antes entre a Seleção de Goiânia e a Seleção Portuguesa), o Palmeiras foi convidado para o Torneio de Inauguração do Serra Dourada e em seu primeiro jogo derrotou a Seleção da Argentina por 2 a 1. Ronaldo tornou-se o primeiro palmeirense a marcar no estádio.










07 de julho de 1991 – Estádio Romildo Vitor Gomes Ferreira, em Mogi Mirim-SP
Mogi Mirim 4 x 2 Palmeiras (amistoso)
O 'Romildão' fecha a lista de estádios inaugurados pelo Palmeiras; um total de 26! O atacante Evair tornou-se o primeiro palmeirense a marcar um gol no estádio.




Texto e Pesquisa pessoal: Renato Curse




30 de abr de 2016

A verdade é manipulável?




Um ateu me falou: "a verdade é manipulável aos interesses da maioria". Pode ser.
Tudo depende da forma como você enxerga a verdade. Do meu ponto de vista não, pois verdade é verdade e mentira é mentira; não existem meias verdades e sim ocultação de fatos ou detalhes (do contrário não seria nem meia verdade, seria mentira). A mentira sim é manipulável segundo e conforme os interesses da maioria, e isso sim é um fato. 

Para se chegar a uma verdade é necessário também a comprovação de uma série de argumentos e fatores que a incorpore e a embase. A verdade, em si, não pode ser manipulada, mas aquilo que constitui uma verdade completa pode, ou seja, alguns detalhes podem ser ocultados (pois se forem distorcidos ou deturpados, esta obviamente deixará de ser verdade). 

 A verdade absoluta é somente aquela que é verdade em todo tempo, aquela que não tem como ser ultrapassada, como por exemplo: precisamos de ar para respirar. Porém, a verdade também se caracteriza por aquilo que está bem argumentado numa atual realidade, na sinceridade lógica dos fatos. Por exemplo, se meus argumentos forem mais atuais e condizentes com a realidade, estarei mais próximo de uma verdade ou de uma teoria irrefutável do que alguém que se utilize de argumentos ultrapassados para defender uma 'verdade' que não é mais verdade (e que nunca teria sido). 

A pseudo-verdade é uma 'verdade' defendida com argumentos refutáveis, como por exemplo afirmar que a Terra é plana. Essa foi a 'verdade' que os povos antigos defendiam, porém, como bem sabemos, deixou de ser verdade há séculos. Isso não quer dizer que eles eram mentirosos, afinal, se você não tem conhecimento e muito menos a capacidade de provar uma teoria, significa que você é um mal informado, não um mentiroso. O mentiroso é aquele que mesmo sabendo a verdade ou tendo todos os recursos para conhecê-la, prefere se apegar às teorias que ele julgue convenientes para não se encaixar na verdade. Ou seja, no fundo ele até conhece a verdade, mas seu orgulho (ou mesmo ignorância) não lhe permitem aceitá-la em razão de este ter que abdicar de uma conveniente realidade que ele mesmo criou, ou então pelo simples fato de não querer admitir que está errado. Este, além de mentiroso, é um acomodado. Mentira e comodismo são irmãos da ignorância; ambos coexistem numa mesma verdade deturpada. Quem tem informação e age como um desinformado, certamente viverá de mentiras e 'meias verdades' pelo resto de sua vida. É uma tendência natural do ser humano querer inventar ou criar 'verdades' para não admitir uma realidade que ele não deseja.


Não se faz uma verdade concreta com conteúdo abstrato ou mentiroso. Por exemplo, uma pessoa afirmar que Deus não existe, baseada no evolucionismo, no darwinismo e no relativismo, certamente sofrerá uma grande derrota se debater com outra que afirme o contrário e que tenha como base o criacionismo e o 'design' inteligente. E nem precisa fazer muito esforço para entender o que estou querendo sugerir. A Teoria da Evolução das espécies tem mais de 150 anos, ou seja, Charles Darwin não fazia a mínima ideia do quão complexa era uma única célula, visto que o mapeamento do DNA humano surgiu na década de 50 (do século passado). O próprio Darwin afirmou em 1859 que, "se pudesse ser demonstrada a existência de qualquer órgão irredutivelmente complexo, sua teoria se desmoronaria por completo". Pois bem, hoje não só é possível demonstrar a existência desse órgão irredutivelmente complexo, como também experimentá-lo e observá-lo em laboratório. Ele existe e isso é VERDADE. Portanto, a Teoria de Darwin está descredenciada por ele próprio, por suas próprias palavras. 
Outro bom exemplo para ilustrar o que quero dizer é que antes da descoberta de que o universo teve um começo, os ateus usavam deste argumento para afirmar que Deus não existia, afinal, se o universo não teve um começo, não havia lógica em dizer que alguém o teria criado. Acontece que quando descobriu-se que o universo teve um começo (com o Big Bang) e não é eterno, os ateus mudaram uma parte do argumento, a que justamente lhes era mais conveniente: passaram a acreditar que o universo tinha uma origem, mas que essa origem, esse começo, não teve um criador. Em outras palavras, o Big Bang aconteceu simplesmente porque o acaso quis! 
Então, eu lhe pergunto: quem mais se aproxima da verdade? O ateu que acredita que alguma coisa pode vir à existência à partir do nada e que o universo veio do nada e do acaso, ou o cristão que acredita que toda criação é obra de um criador, que todo projeto é obra de um projetista? Tire suas conclusões! A mim não resta dúvida nenhuma. A frase "Deus existe" está muito mais próxima da verdade do que da mentira, basta analisar os prós e os contras com imparcialidade e lucidez e pesar ambas as argumentações na balança.

Se você enxerga a verdade de uma maneira mentirosa, ela deixará de ser uma verdade objetiva e comum para virar a sua verdade particular. E isso não seria verdade à luz da verdade, seria no máximo uma mentira disfarçada de verdade ou pior, uma pseudo-verdade, uma 'verdade mentirosa', uma inverdade. 

O fato de a sua verdade não ser a verdade vista pela ótica de outra pessoa, não vai invalidar ou descredenciar a verdadeira verdade, quer seja esta sua ou da outra pessoa. Ou de nenhuma das duas. Ponto de vista é uma coisa muito diferente de fato constatado. E quanto a verdades que ainda não viraram realidade, ou seja, existem só no campo hipotético ou experimental, aquele que tiver argumentos mais condizentes com a realidade, certamente estará mais próximo da verdade do que aquele que se utiliza de argumentos retrógrados ou já refutados. Justamente por isso deve-se estar atento às novas descobertas e informações. Tem gente que se apega em teorias de mais de um século sem se dar conta que ela já foi remodelada, rechaçada ou abolida há tempos - e isto serve inclusive aos darwinistas. 

Muitas antigas verdades passaram a ser lendas ou mitos, porém há mitos e lendas que jamais foram mitos e lendas, muito pelo contrário. Não há como mitificar ou 'lendarizar' uma verdade que não é invenção (Deus, por exemplo), mas há sim como acreditar que uma verdade é lenda, mito ou fantasia. 

Cada um acredita naquilo que quer, inclusive nas suas próprias fantasias de que verdades são lendas, de que coisas existem pelo simples acaso e de que algo pode vir à existência à partir do nada.

Resumindo, nenhuma verdade é manipulável segundo os interesses da maioria. A verdade, em sua essência, não é. 

Antagonicamente, A MENTIRA É MANIPULÁVEL CONFORME OS INTERESSES DA MAIORIA.

 

Renato Curse            29 de abril de 2016


2 de abr de 2016

A mágica origem do TUDO

7 de mar de 2016

E se você morresse agora?




Tudo nesta vida nos leva
a um só caminho,
a um só destino...

E a cada dia
nos aproximamos ainda mais
desta inevitável fatalidade.


Você pode ser bom,
você pode ser mau;
Você pode ser rico,
você pode ser pobre...

Pode ser daqui a 80 anos,
pode ser daqui a 1 ano,
pode ser daqui a 1 semana...

Pode ser amanhã...

Pode até ser hoje mesmo,
ao findar deste dia,
ou até mesmo ao findar desta leitura!

Não importa,
no fim das contas ninguém escapa,
ninguém!



Mas, qual será o propósito desta vida?
Qual o sentido disso tudo?

Será que nascemos para morrer?
Morreu, acabou!?

Será que a morte é o fim de tudo?

Ou será que despertaremos para uma
nova vida, em uma outra dimensão?

Não há certezas!



Portanto, é sensato afirmar que
a única certeza na vida é a morte.



Mas,
você está preparado para morrer?

Qual será o seu legado?


FAÇA SUA VIDA VALER A PENA!
Dê a ela um propósito!

O fim pode estar mais próximo
do que você imagina!

 
Renato Curse              07 de março de 2016


4 de fev de 2016

O Argumento Cosmológico










3 de dez de 2015

Palmeiras, Campeão Copa do Brasil 2015


Mais uma vez ousaram subestimar a força do MAIOR CAMPEÃO NACIONAL!

Tiveram a audácia de publicar o poster de Santos Campeão um dia antes da decisão!

COMAM O POSTER! MALDITA MÍDIA ESPORTIVA!

AQUI É PALMEIRAS!!!!!!!!

APRENDAM! QUANTO MAIS SUBESTIMAM O PALMEIRAS, MAIS FORTE ELE FICA!

Um grande CHUPA a todos os pseudo-jornalistas que já declaravam o Santos campeão.

PARABÉNS PALMEIRAS, TRI-CAMPEÃO DA COPA DO BRASIL, O MAIOR CAMPEÃO NACIONAL!!!

PARABÉNS A TODOS OS JOGADORES, À COMISSÃO TÉCNICA, AO PRESIDENTE PAULO NOBRE E PRINCIPALMENTE A TODOS OS TORCEDORES QUE, COMO EU, JAMAIS DEIXARAM DE ACREDITAR!

PARABÉNS DUDU!


PARABÉNS FERNANDO PRASS.

PARABÉNS MARCELO OLIVEIRA!


VOCÊS ACABAM DE SE IMORTALIZAR E SE ETERNIZAR NA HISTÓRIA DO VERDÃO.









8 de jul de 2015

Filme: O Conde de Monte Cristo




Sinopse:

O CONDE DE MONTE CRISTO é a história de traição, aventura e vingança mais sensacional de todos os tempos. Quando o audacioso Edmond Dantes (JIM CAVIEZEL - Olhar de Anjo) é traído por seu amigo (GUY PEARCE - L.A. Cidade Proibida) e levado preso por engano, ele se deixa consumir pelo desejo de vingança. 
Após uma fuga milagrosa, Edmond se transforma no misterioso e rico Conde de Monte Cristo, infiltrando-se em meio à nobreza francesa e colocando em ação seu perspicaz plano de vingança. 
Do diretor de Robin Hood: O Príncipe dos Ladrões e dos produtores de O Sexto Sentido, O CONDE DE MONTE CRISTO vai deixar você no maior suspense ate a última cartada.


Informações Técnicas
Título no Brasil:  O Conde de Monte Cristo
Título Original:  The Count of Monte Cristo
País de Origem:  Reino Unido / EUA / Irlanda
Gênero:  Drama
Tempo de Duração: 131 minutos
Ano de Lançamento:  2002
Estúdio/Distrib.:  Walt Disney
Direção:  Kevin Reynolds 
Classificação: 14 anos



Elenco
Jim Caviezel ... Edmond Dantes
Guy Pearce ... Fernand Mondego
Richard Harris ... Abbé Faria
James Frain ... J.F. Villefort
Dagmara Dominczyk ... Mercedès Iguanada
Michael Wincott ... Armand Dorleac
Luis Guzmán ... Jacopo
Christopher Adamson ... Maurice
JB Blanc ... Luigi Vampa
Guy Carleton ... Mansion Owner
Alex Norton ... Napoleon
Barry Cassin ... Old Man Dantes
Henry Cavill ... Albert Mondego
Aliaz Moufid ... Holga (credit only) 
Brendan Costello ... Viscount
Patrick Godfrey ... Morrell
Katherine Holme ... Julianne
Freddie Jones ... Colonel Villefort
Joe Hanley ... Partygoer No. 1
Mairead Devlin ... Partygoer No. 2 
Stella Feeley ... Partygoer No. 3
Joseph Kelly ... Gardener
Ivan Kennedy ... Outrider
Alvaro Lucchesi ... Claude
Helen McCrory ... Valentina Villefort
Karl O'Neill ... Marchand
Robert Price ... Pascal
Derek Reid ... Banker
Eric Stovell ... Viscount Toville
Jude Sweeney ... Mondego Servant
Brian Thunder ... Gendarme
Gregor Truter ... Lt. Graypool
Andrew Woodall ... Gendarmes Captain
Albie Woodington ... Danglars
Gregory James ... French Dragoon 

Fonte: Interfilmes  


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O LIVRO

O Conde de Monte Cristo (título original em francês: Le Comte de Monte-Cristo) é um romance da literatura francesa escrito por Alexandre Dumas concluída em 1844. É considerado, juntamente com Os Três Mosqueteiros, uma das mais populares obras de Dumas, e é frequentemente incluída nas listas de livros mais vendidos de todos os tempos. 
O nome do romance surgiu quando Dumas a caminho da Ilha Monte-Cristo, com o sobrinho de Napoleão, disse que usaria a ilha como cenário de um romance.
O livro conta a história de um marinheiro que foi preso injustamente. Lá, conhece um clérigo de quem fica amigo. Quando o clérigo morre, ele escapa da prisão e toma posse de uma misteriosa fortuna. O marinheiro, agora em condições financeiras, pode vingar-se daqueles que o levaram à vida de prisioneiro.


Sinopse
"Um romance do Destino. Vítima e vingador, Edmond Dantès, o personagem central, encarna ele próprio, o destino. A história de um homem bom a quem roubam a liberdade e o amor. No cativeiro trava amizade com o abade Faria, que lhe oferece ajuda para a fuga. Um homem que regressará coberto de riquezas, vingador impiedoso, para além de toda a lei humana ou divina."
Edmond Dantés, um audacioso mas ingênuo marinheiro, é preso sob falsa acusação, em 1815, por ter ido à Ilha de Elba, onde teria recebido uma carta de Napoleão em seu exílio. Na verdade, era vítima de um complô entre três pessoas interessadas: o juiz de Villefort, filho do destinatário da carta de Napoleão, que, mesmo atestando sua inocência, quis silenciá-lo; o seu amigo, Danglars, que desejava o posto de capitão do navio, já que Dantés recebeu o posto por mérito, e Fernand Mondego, melhor amigo, primo e futuro marido de sua então noiva, a catalã Mércedès (que, porém, nunca o esqueceu).
Após muito tempo, na prisão do Castelo d’If, Edmond consegue fugir, angariando uma grande fortuna. Fá-lo com a ajuda de um amigo, vizinho de cela, o abade Faria, um preso político que lhe indicou o local do tesouro do Cardeal Spada, além de tê-lo educado por vários anos sobre diversas artes e ciências (química, esgrima, línguas e história em geral). Mesmo não acreditando muito, Edmond investe na aventura e confirma a história de seu velho amigo de prisão, tornando-se milionário. Até lá, sobrevive trabalhando com piratas, incluindo Jacopo, marinheiro do navio "The Young Amelia". Junta ao seu séquito, o corso Bertuccio e a princesa grega, Haydée, cujo pai, o sultão Ali Paxá, foi destronado.
Anos depois, Edmond cria uma grande teia para se vingar dos seus inimigos, assumindo vários nomes: Lord Wilmore na Inglaterra; Simbad, na Itália, e também o misterioso abade Busoni. Salva a família de seu ex-patrão, Morrel, da miséria. Salva Albert, Visconde de Morcerf, filho de Mondego, agora Conde de Morcerf, de um sequestro em Roma, para se aproximar da sociedade parisiense. No papel de Conde de Monte-Cristo (o tradicional "nobre de toga" (noble de robe) da época, ou burguês que compra título de nobreza), é imediatamente reconhecido por Mércedès, criando divisões entre seus inimigos. Faz com que Danglars, agora Barão, desmanche o noivado de sua filha Eugènie com Albert (do qual não se gostavam) para casar com o Marquês Andrea Cavalcanti. Mondego, oficial do exército francês, é julgado por má conduta e Haydée o acusa como testemunha. Desonrado, arruinado e abandonado pela família, suicida-se. Cavalcanti é preso por falsa identidade (seu nome seria Benedetto) e uma série de crimes, e revela no tribunal que é o filho de Villefort, o que enlouquece o juiz, além da suposta mo rte da filha, Valentine. Danglars, com suas várias ações que faliram, foge para Roma, é capturado e passa um tempo sob cativeiro de Luigi Vampa, sendo depois perdoado por Monte-Cristo. A história não acaba sem Edmond juntar Valentine e Maximilien, filho de monsieur Morrel, na Ilha de Monte-Cristo, onde terá seu romance com a grega Haydée.
Fonte:  Wikipédia  


4 de jul de 2015

Mais um café, mais um cigarro


Mais um café, 
mais um cigarro...
E o tédio que
momentaneamente se vai.


Fácil entretenimento, 
difícil entendimento...
E a máscara do sorriso falso
pende e lentamente cai.


A realidade da realidade,
talvez mal absorvida,
dá lugar a outra
quando a outra sai.


Devo agora preenchê-la, 
lapidá-la, moldá-la, vesti-la; 
cobri-la com o véu da ironia
da atual realidade que em mim recai.


São facetas de uma só face
que temo e hesito em encarar; 
encorajado por outros ventos,
diante dela, meu humor sempre se retrai.


Então, só mais um café,
só mais um cigarro...
Pelo fim do tédio,
pelo gozo da felicidade que vem e vai...



Renato Curse

21 de abril de 2.013    (19:52h)